[período]
2006-2013
[visão geral do tema]
O termo indústrias criativas surgiu nos anos 1990, primeiro na Austrália e depois ganhando força na Inglaterra. Originalmente associado ao contexto das políticas públicas de cultura, hoje designa setores em que a criatividade é uma dimensão essencial. Inclui atividades ligadas a teatro, cinema, publicidade, arquitetura, mercado de arte e antiguidades, artesanato, design, moda, software interativo para entretenimento, música, indústria editorial, rádio, TV, museus, galerias e tradições culturais.
Além de ser visto como fenômeno econômico, relacionado a políticas públicas de desenvolvimento, o fenômeno das indústrias criativas deve ser associado também ao “cultural turn”, transformação de valores sociais e culturais ocorrida no final do século passado. Essa mudança veio acompanhada de uma nova retórica, que destaca os imperativos da originalidade e da criatividade e celebra o culto da mudança, da ruptura e da inovação.
[frentes de pesquisa]
Tenho conduzido pesquisas sobre indústrias criativas orientadas pelas seguintes questões e objetivos:
- O que são as indústrias criativas?
- Qual é a situação das indústrias criativas no Brasil?
- O que é o trabalho, qual é seu sentido e significado, e o que são carreiras e como elas são construídas nas indústrias criativas?
- Qual é a relação entre identidade e trabalho nas indústrias criativas?
- Como competências são desenvolvidas nas indústrias criativas e qual é seu papel no desempenho dos profissionais que atuam nesses setores?
[resultados]
Além dos artigos listados na seção de artigos, produzi os seguintes relatórios de pesquisa para a GV-Pesquisa, da FGV-SP: